sábado, abril 30, 2005

minha Rosa

minha Rosa, (en_quanto te espero)

 

no lento caminhar das horas

é tempo de espera na pele,

é como as esperas na roseira

visto

a realidade não existe,
pelo menos (desde que
a invento) não a tenho

res-suscitar

esqueci que estava vivo
e continuei, morto
até tua língua...